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quinta-feira, 15 de março de 2012

Walking on Sunshine

Realmente é só quando perdemos as coisas que lhes damos valor.
Se eu nunca tivesse tido 3 vezes a nota 8 a Citologia nunca me teria sentido tão em baixo ao ponto de em desespero ir falar com a professora para ver as asneiras do último exame.
E se não fosse isso, a professora nunca teria reparado que lhe tinha escapado uma questão por corrigir que me valia mais 1 valor.
E se a minha prof não fosse até boa pessoa não me teria dado o meio valor que me faltava para poder passar à cadeira. Nunca me senti tão sortuda :)

1º semestre concluído com sucesso!! Oh yeah!!

terça-feira, 6 de março de 2012

Dummy

Hoje tive o meu pior momento académico de sempre.
Orgulho-me de sempre ter sido uma aluna exemplar desde que fui para a pré-primária. Tirei no excelentes notas no básico e no secundário tive uma média de 16 valores. A maioria dos meus professores e colegas me via como uma pessoa inteligente.
Em todos estes 12 anos tive apenas 2 negativas.

Agora entrei para a universidade e consegui passar a todas as cadeiras com uma nota razoável. Média de 14 valores. Menos a Citologia e Histologia I.
Sempre me dei bem com a prática desta cadeira. Fiquei com nota final 15. Até nem estava a perceber porque é que esta era um dos monstros do nosso curso.
E pimbas! Tive 8 no primeiro exame teórico.
Desculpei-me a mim própria porque não tinha estudado lá muito devido ao meu exame de condução nessa mesma semana. Mas agora na 2ª chamada, tive exactamente a mesma nota. Nunca me senti tão desiludida e burra.
Para a semana é a minha última oportunidade, mas tenho imenso medo de falhar novamente...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

it fucking hurts

O pior de ter estado de férias em casa é que tinha pouca ocupação para a minha mente.
Não conseguia simplesmente parar de pensar nele e pensar em todos os nossos bons momentos e nas saudades dolorosas que sinto.
Lutar contra a vontade de lhe ligar e saber se sente o mesmo ou se simplesmente já nem pensa em mim.
Sei que pelo menos eu armo-me em forte e tento incentivar-me a mim própria que tenho de seguir em frente. Tenho montes de discussões dentro da minha cabeça, tentando convencer-me que ele não é o tal. Que se gostasse realmente de mim diria alguma coisa.
Mas volta aquela dúvida. E se ele se estiver a armar em forte tal como eu? E se ele está à espera que eu tome a iniciativa e anda a mostrar-se todo feliz e com novas "miguitas" para também se auto-convencer que eu não lhe digo nada porque estou a seguir em frente?

Já comecei a apagar algumas fotos dele, mensagens mas nem isso me vale..

Dammit.. Já nem sei o que eu própria quero :s

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

When you're dreaming with a broken heart the waking up is the hardest part

Já se passou mais de um ano desde a última vez que escrevi neste blog.
Muita coisa já me aconteceu entretanto, mas nunca senti necessidade de partilhar essas experiências aqui.
Hoje porém é diferente.. Infelizmente tenho motivação para escrever.
Tal como a Adele se inspirou e compôs um belíssimo albúm após um desgosto amoroso também eu sinto uma vontade enorme de transformar este turbilhão de emoções em palavras.
Acontece que eu e o meu namorado acabámos na passada 5ª feira (há 4 dias). Namorámos durante 6 meses e 20 dias, embora o último mês não tenha sido muito famoso..
Para muita gente isto pode parecer pouco tempo, mas a verdade é que nunca tinha estado tanto tempo com ninguém nem entregue desta maneira a uma relação.
Sem entrar muito em pormenores ele quis acabar porque tinha saudades de estar solteiro. Eu fui a primeira namorada a sério dele e com a mudança para a Universidade e os 6 meses comigo ele sentiu que queria mudar. Embora dissesse que ainda gostava de mim.
É claro que eu não o podia obrigar a continuar e ficámo-nos por ali. Decidimos ficar amigos e démos uns últimos beijos de despedida.
Nas primeiras noites não consegui dormir, não parava de chorar. Agora ainda penso mesmo muito nele mas já me consigo ir distraindo com os meus amigos e a faculdade.
A única coisa que ainda acho piada é aos conselhos que algumas pessoas me dão. Isto porque, mesmo não querendo contar a ninguém sou péssima a disfarçar a minha tristeza.
Têm-me dito desde o básico "Tu mereces melhor, és maravilhosa" até ao "Quanto mais depressa arranjares outro em que pensar melhor" e um insólito "Os homens são como os autocarros, se perderes um espera que a seguir vem outro". Eu acredito que isso seja verdade, ao olhar para outros casos vejo que têm razão.
Mas prefiro um sincero "Vai custar a passar. Vais-te fartar de chorar, de te passares sempre que vens casais na rua ou na televisão mas acredita que um dia vai passar".
O problema é eu não sei se o quero esquecer. Mas também não sei como é que hei-de ser apenas amiga dele, nós saltámos esse passo na nossa relação..
Só sei que não falamos desde esse dia (sms's de boa noite) e estou a morrer de saudades..


Com o coração partido,

Anjo sem Asas.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nerds vs Pop's

Este ano entrei para o 12º ano e como as disciplinas que escolhi são normalmente para quem quer seguir para a área de Saúde, não me surpreendeu a minha turma estar cheia de pessoas inteligentes que se esforçam ao máximo para ter a melhor média possível.
Normalmente pensamos que estes espécimes são uns coitados porque normalmente os "populares" gozam com eles e fazem-lhes a vida social difícil, mas, como aprendi logo na primeira semana, os nerds conseguem ser tão ou mais mesquinhos que aqueles adolescentes ricos e que se preocupam mais com a aparência do que outra coisa.
O típico e mesquinho nerd, em vez de se tornar mais humilde, com uma mente mais aberta e simpático para as pessoas torna-se sarcástico, gozador e desprezador das pessoas normais. Do tipo "Ah aquele gosta de se vestir com roupas in e ouve música Pop, é tão pacóvio e simplório". E, para além de adorar exibir o seu conhecimento, goza à força com pessoas que têm notas razoáveis e que dizem um disparate ou outro de vez em quando.
E essas atitudes irritam-me profundamente.

P.S. É claro que isto não se aplica a todas as pessoas com boas notas, aliás, tenho amigas minhas com óptimas médias mas que são humildes e boas-pessoas.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

(In)Amizades de infância

Nas festas cá da terra no fim de semana passado cheguei a uma conclusão.
Só consigo ter amigos rapazes na minha terrinha.
Fora a minha melhor amiga que também mora lá mas que eu conheci e encontro na cidade, as outras raparigas da terra parecem ter uma azia a raparigas que não andam lá no colégio da freguesia e que não seguem a moda da aldeia. Não me perguntem porquê.
Todas as minhas amigas de infância (porque eu fiz a pré e a primária lá ao pé de casa) se afastaram de mim ao longo dos anos. Apenas trocamos uns olás e às vezes nem isso.
Já os rapazes querem lá saber se não nos vemos há quase um ano ou se somos diferentes em termos de moda das raparigas de lá. Eles acham-nos graça e nunca se envergonham para nos dar um abraço, perguntar como estamos e trocar umas histórias.
Adoro-os por isso.
E tenho vergonha de ser do mesmo sexo que aquela gente "julgadora" e falsa.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sorriso de bebé

Se há coisa que me faz sentir bem são bebés.
Desculpem, mas sou mesmo daquelas pessoas que se derretem com um pequeno ser humano.
A melhor sensação do mundo é saber que um bebé gosta de nós.
Basta um bebé estar no colo da mãe e me apanhar a olhar para ele e sorrir para eu ficar também com um sorriso na cara.
Mas ao contrário de uma amiga minha que quer ser educadora de infância, eu só os acho engraçados e queridinhos até uma certa idade.
A partir daí começam a mexer-se e a falar de mais e parece que se quebra o encanto.

Enfim, estou feliz por causa de um bebé de olhos azuis que se cruzou comigo de manhã. O teu sorriso fez-me ganhar o dia! :)